À medida que os jornais diminuem, os proprietários de private equity imprimem dinheiro

A GateHouse Media – que é propriedade de várias empresas de investimento – comprou a rede rival Gannett por US$ 1,4 bilhão.

Ontem, a empresa controladora da GateHouse Media anunciou planos para comprar a rede de jornais rival Gannett em um US$ 1,4 bilhão acordo.

A fusão, que une as duas maiores redes de jornais do país, provavelmente resultará em cortes de empregos para jornais locais nos EUA – e lucros para os investidores que possuem a GateHouse.

Consolidação NATION continua

Quando a compra for concluída, a GateHouse operará 667 jornais — mais de 4x mais do que o concorrente mais próximo, a Digital First Media (que opera 158 jornais).



Para os jornais locais, a consolidação tem sido frequentemente um mecanismo de sobrevivência: desde 2004, 1 em cada 4 jornais fecharam (e quase 1 em cada 2 empregos em jornais desapareceram).

Mas, para os jornais que escaparam do fim digital, algo estranho está acontecendo…

Os lucros são realmente UP para os sobreviventes do jornal…

Por quê? As empresas de private equity que possuem redes de jornais como a GateHouse cortaram custos o suficiente para superar a queda na receita – muitas vezes simplesmente cortando as redações pela metade e puxando o mesmo dinheiro em publicidade.

Essa consolidação cria uma escada corporativa alta…

O Des Moines Register é de propriedade da Gannett, que agora é de propriedade da GateHouse Media, de propriedade da empresa de capital privado Fortress Investment Group, de propriedade da gigante japonesa de telecomunicações SoftBank.

Tanto para um jornal LOCAL

Previsivelmente, a GateHouse planeja eliminar US$ 275 milhões – US$ 300 milhões em despesas, provavelmente de demissões.